sexta-feira, 15 de outubro de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
martin HEIDEGGER
Nascido na pequena vila de Messkirch, inicialmente quis ser padre e chegou mesmo a estudar em um seminário. Depois, estudou na Universidade de Friburgo, com Edmund Husserl, o fundador da fenomenologia, e tornou-se professor ali em 1928.
Nesse meio tempo Husserl foi chamado a ensinar em Freiburg e Heidegger o seguiu como assistente. Professor por alguns anos na Universidade de Harburgo, em 1929 Heidegger sucedeu Husserl na cátedra de filosofia em Friburgo, dando sua aula inaugural sobre ‘O que é a Metafísica?’.
Em 1927, porém, saíra o trabalho fundamental de Heidegger, Ser e Tempo. A obra seria seguida de uma segunda parte, que, no entanto, não apareceu, já que os resultados alcançados na primeira parte impediam o seu desenvolvimento. Ser e Tempo é dedicado a Husserl, que posteriormente não aprovou a obra, o que ocasionou o rompimento entre ambos. Heidegger, no entanto, afirmava trabalhar com o método fenomenológico.
Heidegger inscreveu-se no partido Nazi (NSDAP) em 1 de Maio de 1933 (ano da chegada ao poder de Adolf Hitler), tendo posteriormente sido nomeado reitor da Universidade de Freiburg, pronunciando o discurso A Auto-afirmação da Universidade Alemã. Porém, pouco depois se demitiu do cargo de reitor, se colocando contra a perseguição, de cunho anti-semita, a professores da universidade.
Heidegger tinha a intenção de dirigir a atenção para trazer à luz aquilo que na maior parte das vezes se oculta naquilo que se mostra. Assim, o trabalho visava interpretar o que se mostra, mas que, no início e na maioria das vezes, não se deixa ver.
Além da sua relação com a fenomenologia, a influência de Heidegger foi igualmente importante para o existencialismo e desconstrutivismo.
Franco Catalano Nardo
Laís Zaia
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010

A intolerância religiosa é um assunto sempre atual na nossa sociedade, mas não novo. Desde as perseguições romanas contra os cristãos, ou desde as Cruzadas (perseguições cristãs contra os muçulmanos), podemos perceber que o ser humano não aceita uma idéia ou visão diferente da sua própria.
Mesmo com toda a modernidade trazida pela tecnologia e ciência, a mente das pessoas ainda não é moderna o suficiente para partilhar sua vida com pessoas diferentes, que não enxergam Deus da mesma maneira que elas. Os religiosos acabam se fechando num grupo, e excluindo quem não é da mesma, ou não tem religião.
Mais que isso, a intolerância hoje em dia é tamanha, que gera preconceitos. Na maioria das vezes, praticantes de determinada religião acabam por difamar outras religiões, ou até mesmo considerá-las como uma força maligna.
Piores que o preconceito, são as atitudes radicais e antiéticas tomadas por fanáticos religiosos, como é o caso do ataque terrorista de onze de setembro no World Trade Center, das manifestações religiosas contra pesquisas científicas e métodos médicos, e nos muitos assassinatos e crimes que ocorrem pelo mundo inteiro.
Analisando todos os males que as religiões já trouxeram ao mundo todo, conclui que um mundo sem religiões e sem obrigações, proibições e rivalidades religiosas seria um mundo bem melhor. O ser humano adoraria ao próximo, e faria tudo pensando no seu bem estar e no da sociedade. Mesmo acreditando em uma força maior o homem não seria capaz de matar por ela. Assim, teríamos mais paz e estaríamos mais próximos de Deus.
Franco Catalano Nardo
Raíssa Dias Zaia
Pedro Peres Cadim
sexta-feira, 19 de março de 2010
Etapas
Relatório de História: Análise comparativa
Atividade 3 - página 9.
· Etapa 1 (17/03)
- Analise das obras
- Periodização
- Coleta de dados sobre Concílio de Trento, Michelangelo e Ticiano
· Etapa 2
- Reunião para procura de imagens
- Esboço do vídeo
- Elaboração dos textos
- Escolha da trilha sonora
· Etapa 3
- Edição final
· Etapa 4
- Visualização do produto final
Obs.: Todas as etapas serão realizadas com todos os componentes do grupo, reunidos em locais a determinar.
Grupo:
Carla, n°1
Franco, n°3
Giovana, n°4
Maria Paula, n°13
