
A intolerância religiosa é um assunto sempre atual na nossa sociedade, mas não novo. Desde as perseguições romanas contra os cristãos, ou desde as Cruzadas (perseguições cristãs contra os muçulmanos), podemos perceber que o ser humano não aceita uma idéia ou visão diferente da sua própria.
Mesmo com toda a modernidade trazida pela tecnologia e ciência, a mente das pessoas ainda não é moderna o suficiente para partilhar sua vida com pessoas diferentes, que não enxergam Deus da mesma maneira que elas. Os religiosos acabam se fechando num grupo, e excluindo quem não é da mesma, ou não tem religião.
Mais que isso, a intolerância hoje em dia é tamanha, que gera preconceitos. Na maioria das vezes, praticantes de determinada religião acabam por difamar outras religiões, ou até mesmo considerá-las como uma força maligna.
Piores que o preconceito, são as atitudes radicais e antiéticas tomadas por fanáticos religiosos, como é o caso do ataque terrorista de onze de setembro no World Trade Center, das manifestações religiosas contra pesquisas científicas e métodos médicos, e nos muitos assassinatos e crimes que ocorrem pelo mundo inteiro.
Analisando todos os males que as religiões já trouxeram ao mundo todo, conclui que um mundo sem religiões e sem obrigações, proibições e rivalidades religiosas seria um mundo bem melhor. O ser humano adoraria ao próximo, e faria tudo pensando no seu bem estar e no da sociedade. Mesmo acreditando em uma força maior o homem não seria capaz de matar por ela. Assim, teríamos mais paz e estaríamos mais próximos de Deus.
Franco Catalano Nardo
Raíssa Dias Zaia
Pedro Peres Cadim
